terça-feira, 23 de março de 2021
sábado, 24 de agosto de 2019
Jesus liberta e salva
De acordo com os textos apresentados pelos evangelhos sinóticos (Lucas 8.28-39, Marcos 5.1-20 e Mateus 8.28-34) Jesus navegou com seus discípulos para a região de Decápolis, que fica do outro lado do lago, frente à Galileia. A Bíblia conta que logo ao desembarcar, o endemoninhado veio ao encontro de Jesus e esse encontro nos remete a algumas reflexões. Antes, é importante destacar que os demônios reconheceram quem era
Jesus, se prostraram diante de
Jesus e rogaram que Jesus não
os atormentasse. Nenhum dos evangelhos relata o nome do homem, apenas sua situação deplorável em que vivia: possesso, não habitava em casa e sim nos sepulcros, vivia furioso, Feria-se com pedras e não se vestia. Marcos escreveu dizendo que ninguém podia subjugá-lo, isso até o dia em que Jesus chegou e trouxe libertação para a vida dele. Jesus subjugou os demônios que se dobraram diante da sua presença e exclamaram: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? E ainda pediram a Jesus que não os mandassem para o abismo (local de confinamento dos espíritos, lugar no qual satanás será preso durante o milênio, poço sem fundo. Ap. 20. 1-30)
O texto não especifica o que Jesus foi fazer naquela região, provavelmente ele tenha ido descansar ou mesmo ajudar os gentios, até mesmo quando o problema deles era aparentemente insolúvel. O fato é que Jesus não estava ali para atormentar os demônios, pelo contrário, ele iria libertar aquele homem que tanto sofria nas mãos de uma legião de demônios. De fato, Jesus trouxe libertação e salvação naquela ocasião. Jesus ordenou que os demônios saíssem e aquele homem agora estava salvo, em perfeito juízo e aos pés de Jesus. Devemos sempre estar aos pés de Cristo, pois do contrário, estaremos debaixo do jugo de Satanás. A situação deplorável daquele homem não é muito
diferente da que muitos estão vivendo hoje. Embora não possessas, muitas pessoas
vivem debaixo do pecado e da opressão do Diabo, estão espiritualmente nuas, sem
fé, sem esperança. Até mesmo crentes tem se deixado levar pelas ciladas do
inimigo e têm transformado as igrejas em verdadeiros sepulcros, igrejas com
pessoas espiritualmente mortas. Vivem a flor da pele, furiosos com tudo e com
todos, ferem-se, e magoam as pessoas a sua volta. Não têm temor a Deus, não se revestem do Espírito Santo.
Outro ponto importante a se destacar é que mesmo o povo de Decápolis presenciando e
ouvindo o que Jesus fez, preferiram mandá-lo embora. Tiveram medo de Jesus.
Eles já estavam acostumados com os demônios e preferiam que as coisas ficassem
como estavam. Como tem gente acomodada com
o pecado ao ponto de rejeitar Jesus! Como o mundo está cheio de pessoas que vêm a porta para a Salvação e não entram pelo simples fato de terem medo, não de
Jesus, mas de deixarem o pecado, isso mesmo, as pessoas querem Jesus, mas não abrem mão do pecado. Apenas o homem possesso foi
salvo, inclusive ele pede a Jesus para seguí-lo. Um fato interessante é que em outras ocasiões de cura e libertação, Jesus pede para não
contar aos outros o que houve, mas, nessa passagem, Jesus diz: “Volta para casa
e conta aos teus tudo o que Deus fez por ti.” (Lucas 8.39a)
Que nosso desejo
seja o de sempre estar aos pés de Jesus, pois somente Ele pode nos dá
libertação e salvação. Certamente o que Jesus fez na vida daquele homem mudou
não somente a vida dele, mas de muitas pessoas. Penso que aquele homem foi uma
pessoa muito influente para expansão do reino de Deus em Decápolis. E nós, mesmo
após sermos libertos do pecado e salvos pelo sangue de Jesus, vivemos
acomodados e muitas vezes estamos dizendo não para Jesus com palavras e atitudes que desagradam a Deus. Que possamos não rejeitar
Jesus com nossos atos e atitudes, mas estar aos pés dele e proclamar o seu
evangelho.
quarta-feira, 21 de agosto de 2019
Não podemos deixar de falar.
No livro de Atos, capítulo 3, Pedro, acompanhado por João realizou a cura de um homem coxo, fato este que chamou a atenção de muitas pessoas que viram o homem andar e louvar a Deus. Valendo-se de tamanha oportunidade, Pedro pregou as boas novas de Jesus Cristo dizendo: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos do refrigério pela presença do Senhor.” At. 3.19. Atos 4.4 afirma que quase 5 mil pessoas que ouviram a palavra creram. Tal acontecimento também chamou a atenção de pessoas importantes que os prenderam e no dia seguinte levaram-nos perante o sinédrio. Naquele ambiente Pedro e João foram questionados sobre como havia acontecido o milagre de cura do homem coxo e Pedro, ousado e cheio do Espírito Santo, mais uma vez não deixou de anunciar as boas novas do evangelho. Sem dúvida isso deixou os membros do sinédrio furiosos, o que fez com que ameaçassem Pedro e João para que não falassem mais o nome de Jesus a homem algum. Pedro então diz: “Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós que a Deus; porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.” At. 4.19b-20
Diante desse acontecimento bíblico, fico pensando em como temos sido negligentes na anunciação do evangelho em nossos dias. Vivemos uma época de facilidades, de livre pregação do evangelho e mesmo assim a Palavra tem padecido nas mãos de pessoas que não a utilizam como sendo o Poder de Deus para Salvação de todo aquele que crer (Romanos 1.16), pelo contrário, têm deturpado e banalização do evangelho.
Onde está a fiel igreja do Senhor? O que estamos fazendo? Porque estamos vivendo nossa vida na acomodação e não estamos pregando as boas novas de Jesus? Que possamos seguir o exemplo de Pedro e João, que independente das circunstancias que enfrentavam não perdiam a oportunidade de pregar o evangelho e faziam com ousadia e cheios do Espírito Santo. O que falamos e fazemos é um reflexo do que temos visto e ouvido. O que temos visto e ouvido? Os feitos de Deus e sua Palavra ou as coisas do mundo?
Que possamos não deixar de falar o que Deus tem feito em nossas vidas e através de nós, não somente com palavras, mas também com atitude, comportamento. Quando assim agimos, certamente muitas pessoas entenderão as boas novas do evangelho e se converterão a Cristo Jesus, “porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.” At. 4.20
Diante desse acontecimento bíblico, fico pensando em como temos sido negligentes na anunciação do evangelho em nossos dias. Vivemos uma época de facilidades, de livre pregação do evangelho e mesmo assim a Palavra tem padecido nas mãos de pessoas que não a utilizam como sendo o Poder de Deus para Salvação de todo aquele que crer (Romanos 1.16), pelo contrário, têm deturpado e banalização do evangelho.
Onde está a fiel igreja do Senhor? O que estamos fazendo? Porque estamos vivendo nossa vida na acomodação e não estamos pregando as boas novas de Jesus? Que possamos seguir o exemplo de Pedro e João, que independente das circunstancias que enfrentavam não perdiam a oportunidade de pregar o evangelho e faziam com ousadia e cheios do Espírito Santo. O que falamos e fazemos é um reflexo do que temos visto e ouvido. O que temos visto e ouvido? Os feitos de Deus e sua Palavra ou as coisas do mundo?
Que possamos não deixar de falar o que Deus tem feito em nossas vidas e através de nós, não somente com palavras, mas também com atitude, comportamento. Quando assim agimos, certamente muitas pessoas entenderão as boas novas do evangelho e se converterão a Cristo Jesus, “porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.” At. 4.20
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